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Tecnologia vai apoiar seguro do cafezal



 Ferramenta garante saúde das plantas por meio de medição da quantidade de água

Uma ferramenta disponibilizada pela multinacional DVA Agro vai oportunizar que cafeicultores de Minas Gerais e São Paulo tenham, sem custo adicional, o seguro climático dos cafezais, que garantirá a saúde das plantas por meio de medição da quantidade de água no solo. 

A solução faz parte do pacote do Mais Café que é composto por fertilizantes que vão suprir toda a necessidade dos cafezais de estímulo e micronutrientes. Entre os produtos estão: Incentia Eco Humic, Incentia Eco Maximaxi, Incentia MG Mix, KBZN Plus e K 62. “Nenhuma empresa de insumos, nunca tinha oferecido um pacote de produtos, com o seguro climático incluso, ainda mais, sem o produtor ter que pagar nada a mais por isso”, diz Bruno Francischelli, engenheiro agrônomo e coordenador de marketing da DVA no Brasil.

A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a empresa holandesa VanderSat que por meio de sua tecnologia consegue medir a quantidade de água no solo, via satélite. “Quando medimos a umidade do solo, temos um dado muito importante e eles têm uma leitura em tempo real que abastece um banco de dados com um histórico de 20 anos”, diz Francischelli.

Completa o tripé do novo pacote tecnológico, uma importante seguradora parceira que disponibilizará o seguro paramétrico que utiliza como parâmetro, os dados de umidade do solo obtidos pela VanderSat. Segundo o engenheiro agrônomo, a solução funcionará de forma muito segura e objetiva. Há uma curva de umidade do solo, do ano inteiro, quando se nota uma variação daquela curva, o seguro é acionado. Ao mesmo tempo, o produtor pode acompanhar pelo seu computador, o quanto de umidade está constando no solo de seus cafezais. Quando essa indicação cai drasticamente ele vai ser reembolsado pelo seguro. “Essa é a primeira novidade é um seguro paramétrico no Brasil com grande precisão. Ela mede município a município, e se for preciso pode aferir até hectare por hectare. É um dado muito mais específico”, destaca.

Ainda segundo Francischelli, com a nova solução que está sendo disponibilizada ao mercado, o produtor não ficará refém de uma ferramenta apenas que é o seguro agrícola convencional, a única opção até então para o risco climático. “Além de ser muito caro, o Governo precisa pagar uma parte desse seguro, a qual chamamos de subvenção. Neste pacote tecnológico que estamos oferecendo, de forma inédita aos produtores de cafés, quem está fazendo essa subvenção, mas de forma integral é a DVA, pois os cafeicultores não pagarão nada a mais por isso”, reforça.

A ideia da empresa é ampliar o pacote tecnológico para outras culturas, mas no momento o foco é a consolidação do Mais Café. “Nós precisamos aprender com ele, sentir do próprio agricultor. Por ser algo inédito precisamos explicar bem todos os detalhes que toda a produção dele, nós estamos assegurando com o nosso custo. É uma parte pequena, mas já é um grande começo”, acrescenta o engenheiro agrônomo.

fonte : www.noticiasagricolas.com.br

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