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Nova gestão da Embrapa Pecuária Sudeste toma posse com desafios de ofertar tecnologias para uma pecuária digital e de baixo carbono



Nesta sexta-feira, 24 de setembro, ocorre a posse do novo chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP). O pesquisador Alexandre Berndt substitui Rui Machado, que ocupou o cargo de janeiro de 2014 até agosto de 2021. A transmissão será virtual pelo canal da Embrapa no YouTube, às 15 horas. O evento será acompanhado pelo diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville.

O compromisso do novo gestor é tornar realidade o foco da Unidade de“ofertar soluções tecnológicas e conhecimentos para atender aos desafios de sustentabilidade, mudanças climáticas, agropecuária digital, saúde e bem-estar animal dos complexos agroindustriais de pecuária de corte e de leite”.  

Nesta sexta-feira, 24 de setembro, ocorre a posse do novo chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP). O pesquisador Alexandre Berndt substitui Rui Machado, que ocupou o cargo de janeiro de 2014 até agosto de 2021. A transmissão será virtual pelo canal da Embrapa no YouTube, às 15 horas. O evento será acompanhado pelo diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville.

O compromisso do novo gestor é tornar realidade o foco da Unidade de“ofertar soluções tecnológicas e conhecimentos para atender aos desafios de sustentabilidade, mudanças climáticas, agropecuária digital, saúde e bem-estar animal dos complexos agroindustriais de pecuária de corte e de leite”.  

A descarbonização da pecuária está na agenda de pesquisa dos próximos anos, como sistemas de produção de bovinos de corte e leite com baixa emissão. Além disso, estão no plano de trabalho de Berndt  controles alternativos de parasitas, pragas e doenças, indicadores de qualificação ambiental para Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), bovinos de corte e leite superiores quanto a tolerância ao calor, plantas forrageiras tolerantes a sombra e seca,  sistemas auxiliares para monitoramento e tomada de decisão na propriedade rural. Demandas dos consumidores também serão acompanhadas, entre elas os produtos orgânicos, “Plant Based”, com menos hormônios e antibióticos.

A nova gestão também colocou como meta neutralizar suas próprias emissões de gases de efeito estufa até 2050, compromisso que já integra sua agenda com ações junto a parceiros. 

Para atender a responsabilidade assumida, Berndt conta com apoio de 138 empregados, sendo 40 pesquisadores, 44 assistentes, 37 analistas e 17 técnicos, além de estagiários e bolsistas, que atuam em diversos segmentos da produção de leite e de carne, como biotecnologia animal e vegetal, aspectos ambientais da pecuária, agricultura de precisão, nutrição e saúde animal, aproveitamento, tratamento e descarte de resíduos e redução da emissão de gases de efeito estufa. “As pesquisas contribuem para a promoção de ganhos em produtividade na pecuária, com o desenvolvimento de tecnologias de impacto nas cadeias produtivas do leite e das carnes bovina e ovina. O trabalho está voltado para a produção pecuária em bases sustentáveis e de precisão”, destaca Berndt. Para ele, também são importantes as parcerias com instituições públicas e empresas privadas para fomentar a inovação e levar à sociedade o que ela precisa.

Pecuária digital

A Embrapa Pecuária Sudeste desenvolve, adapta e transfere tecnologias da pecuária de precisão e da internet das coisas (IoT). No centro de pesquisa há um sistema inovador instalado no campo para monitorar gado de corte em áreas de pastagem e em confinamento. 

Recentemente, também foi instalado o sistema de produção para o ‘Leite de Baixo Carbono’, baseado no monitoramento das vacas, na ordenha voluntária por meio de robô e no livre acesso dos animais à área de integração lavoura-pecuária-floresta. Nesses dois sistemas, os bovinos de corte e de leite são monitorados permanentemente e em tempo real por sensores inteligentes, que fazem o acompanhamento fisiológico, reprodutivo e comportamental. 

 Ainda, há equipamentos automatizados que medem, individualmente, emissão de gases de efeito estufa, peso, quantidade consumida de alimentos e de água dos animais. “Todas essas informações coletadas em tempo real permitem o controle ambiental e a rastreabilidade na produção de carne e de leite. Esses avanços asseguram tomadas de decisão ágeis e precisas, melhorando a eficiência, competitividade e sustentabilidade na pecuária”, ressaltou o novo chefe-geral.  

Chefia Adjunta

Os atuais chefes adjuntos de Transferência de Tecnologia, o engenheiro agrônomo André Novo, e de Administração, o médico veterinário Marco Aurélio Bergamaschi, vão permanecer na gestão. A zootecnista Cintia Marcondes será a nova chefe de Pesquisa & Desenvolvimento.

Trajetória

O pesquisador Alexandre Berndt ocupa a chefia de Pesquisa & Desenvolvimento desde 2014. 

Berndt participa do grupo de trabalho sobre metano entérico da Livestock Environmental Assessment and Performance Partnership (LEAP) e representa a Embrapa na GASL – Global Agenda For Sustainable Livestock da FAO. Além disso, integra o Comitê Técnico do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para elaboração dos Inventários Nacionais de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Ainda, é revisor de relatórios do IPCC e Banco Mundial.

Ele é biólogo e engenheiro agrônomo, formado pela ESALQ/USP, tem mestrado em Ciência Animal e Pastagens e doutorado em Ecologia de Agroecossistemas. 

Atua com foco em sistemas de produção de carne e leite de baixo carbono.

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