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Fraca demanda continua pressionando preços do açúcar nas bolsas internacionais



A fraca demanda de açúcar no mundo continua pressionando as cotações da commodity nas bolsas internacionais

A fraca demanda de açúcar no mundo continua pressionando as cotações da commodity nas bolsas internacionais. Na segunda -feira (27) o dia foi marcado por uma forte baixa nas cotações do açúcar bruto (ICE de Nova York) e açúcar branco (ICE Europe de Londres). Segundo a Reuters, o dia foi marcado por um desconto do contrato de outubro se ampliando no período que antecede seu vencimento no final desta semana.

 Em Nova York o vencimento outubro/21 foi contratado a 18,73 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 1,9% ou 37 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela março/22 foi contratada a 19,68 cts/lb, recuo de 25 pontos. Os demais contratos caíram entre 5 e 18 pontos.

Ainda segundo a Reuters, os operadores observaram que o desconto de outubro para março aumentou ainda mais, para cerca de 0,90 centavo de dólar, indicando que havia pouco apetite para entrega de açúcar contra o contrato.

"O spread (grande desconto) é um fator muito negativo, implicando não só que estaremos carregando um superávit no próximo ano, mas que, embora a oferta de açúcar do Centro-Sul do Brasil tenha diminuído de 6,5 a 7 milhões de toneladas, a demanda caiu mais", disse o corretor Marex em uma atualização do mercado.

Açúcar branco

Em Londres o vencimento dezembro/21 para o açúcar branco foi contratado a US$ 502,40 a tonelada, recuo de 1,90 dólar no comparativo com os preços de sexta-feira. Já a tela março/22 foi vendida a US$ 506,30 a tonelada, 2,50 dólares a menos que a véspera. Os demais lotes caíram entre 50 cents e 2,40 dólares.

Açúcar cristal

A segunda-feira foi de alta nas cotações do açúcar cristal pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 143,72, contra R$ 141,71 a saca praticada na sexta-feira (24), valorização de 1,42% no comparativo.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado começou a semana desvalorizado pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o biocombustível foi negociado a R$ 3.352,50 o m³, baixa de 0,07% no comparativo com a sexta-feira.

fonte : www.agrolink.com.br

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