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Após quatro dias de perdas, milho abre a 5ªfeira buscando recuperação na B3



Após acumular quatro dias consecutivos de recuos, os preços futuros do milho abrem a quinta-feira (02) buscando leves altas na Bolsa Brasileira (B3), mas ainda ficando próximos da estabilidade por volta das 09h21 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à R$ 90,76 com elevação de 0,31%, o novembro/21 valia R$ 90,79 com perda de 0,07%, o janeiro/22 era negociado por R$ 93,00 com queda de 0,11% e o março/22 tinha valor de R$ 93,14 com alta de 0,06%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o milho já esteve em suas maiores cotações da história aqui no brasil, ultrapassando os R$ 110,00 em alguns locais para os consumidores e, agora, vai se acomodando em patamares um pouco mais justos para o consumidor.

“O que a gente mais viu nesses últimos meses foram reclamações gerais nos setores de suínos, frango e leite, que o custo de produção de ração tinha subido muito. Agora, o pessoal buscou alternativas como o trigo para ração e o milho de outras originações, e a colheita avançou com o produtor precisando vender”, diz.

Brandalizze destaca ainda que, esta semana está sendo mais ofertada do que compradora, o que vai empurrando a B3 para a casa dos R$ 90,00, podendo cair ainda abaixo desse nível.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro começaram a quinta-feira com as principais cotações do cereal operando próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT) por volta das 09h05 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/21 era cotado à US$ 5,14 com perda de 0,75 pontos, o dezembro/21 valia US$ 5,21 com queda de 1,00 pontos, o março/22 era negociado por US$ 5,30 com desvalorização de 1,25 pontos e o maio/22 tinha valor de US$ 5,36 com baixa de 0,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de milho caíram um pouco no comércio da madrugada devido a preocupações com atrasos nas exportações depois que o furacão Ida atingiu os principais portos marítimos da Costa do Golfo.

“As instalações marítimas ao longo do Golfo do México respondem por cerca de 60% dos embarques agrícolas dos EUA. Grande parte da Louisiana ainda está sem energia e carregadores de grãos no golfo relataram danos aos terminais de exportação”, afirma o analista Tony Dreibus.

fonte : www.noticiasaagricolas.com.br

 

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