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Milho abre a segunda-feira buscando pequenos ganhos na B3



A segunda-feira (23) começa com os preços futuros do milho se mantendo pouco alterados na Bolsa Brasileira (B3) e operando levemente mais altos por volta das 09h14 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/21 era cotado à R$ 96,03 com elevação de 0,05%, o novembro/21 valia R$ 96,73 com ganho de 0,24%, o janeiro/22 tinha valor de R$ 98,16 com valorização de 0,21% e o março/22 tinha valor de R$ 98,10 com estabilidade. 

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 encerra uma semana de aumento de oferta no mercado brasileiro com movimentações mínimas. “O mercado está bem ofertado e, neste momento, acomodado, sem espaço para grandes flutuações”, explica. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também começou a semana subindo para os preços internacionais do milho futuro após fechar os últimos dois pregões com quedas. 

Por volta das 09h08 (horário de Brasília), o vencimento setembro/21 era cotado à US$ 5,39 com alta de 0,75 pontos, o dezembro/21 valia US$ 5,37 com elevação de 0,75ntos, o março/22 era negociado por US$ 5,45 com ganho de 0,75 pontos e o maio/22 tinha valor de US$ 5,50 com valorização de 0,75 pontos. 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, s grãos ficaram mais altos devido aos sinais contínuos de demanda e às previsões de um clima mais quente nas áreas de cultivo dos Estados Unidos. 

O analista David Ekstrom destaca que, os embarques de milho desde o início de setembro estão agora em 65,4 milhões de toneladas, um aumento de 59% em relação ao ano anterior. 

A publicação ainda relata que, espera-se que o tempo quente retorne a partes do Cinturão do Milho hoje. “Os avisos de calor e de calor excessivo entrarão em vigor hoje em partes do Missouri, Arkansas e Kansas”, de acordo com mapas do National Weather Service. 

Por outro lado, os investidores também estão avaliando os resultados do ProFarmer Midwest Crop Tour da semana passada, que estimou a safra de milho dos EUA acima das projeções do USDA e também a indicação de que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos irá restringir os mandatos de mistura de biocombustíveis, o que potencialmente reduziria a quantidade de milho usada para fazer etanol.

fonte : www.noticíasagrícolas.com.br

 

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