Segunda alta seguida no preço do milho





O mercado físico do milho registrou o seu segundo dia de alta consecutiva nos preços, segundo informou o especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica. De acordo com ele, os problemas da produção nos Estados Unidos influenciaram nesse patamar. 

“Os problemas com a produção de milho nos EUA e o consequente aumento na demanda internacional por milho brasileiro, mesmo com a queda das cotações em Chicago e do dólar no Brasil, continuou a sustentar os preços do cereal nesta quarta-feira. Isto porque os responsáveis pelas compras de milho no Brasil sabem perfeitamente que o balanço da oferta e demanda do produto em nosso país está com grande possibilidade de terminar o período com estoques muito curtos, que elevariam significativamente os preços ao longo do ano comercial”, comenta. 
Nesse cenário, os preços médios do milho em Campinas, principal praça de referência do Brasil, detectados pela pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Ecnomia Aplicada) voltaram a subir 0,21%, para R$ 38,06/saca, elevando para 0,88% os ganhos do mês de junho. “O volume programado de navios nesta semana é de 5.717.376,69 toneladas, contra 3.951.348,30 tons da semana anterior, mostrando como a demanda por milho brasileiro está forte, principalmente depois de anunciada a quebra da produção americana”, indica. 
“O estado do Paraná, grande produtor, consumidor e exportador de milho do país, já colheu 34% do seu milho Safrinha da safra 2018/19, segundo relatório do Deral desta manhã. As condições das lavouras ainda não colhidas são de 82% entre boas/excelentes, 16% de média e 2% ruins, como mostram os fgráficos abaixo. O estado já comercializou 21% do seu potencial produtivo, contra 18% no ano passado”, conclui. 



FONTE AGROLINK

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