Grupo é acusado de falsificar "carnes nobres" e superfaturar preços em MT





A Vigilância Sanitária de Cuiabá recebeu uma denúncia contra o Grupo Celeiro que aponta uma série de irregularidades e dentre os pedidos de providências, cobra do órgão que determine a imediata retirada dos produtos da marca de todos estabelecimentos onde são comercializados. O denunciante, que optou por manter sua identidade em sigilo, alega que a empresa comercializa carnes sem procedência como se fossem certificadas.
Segundo a denúncia, na verdade, trata-se de uma “certificação falsa” para vender carnes a preços acima dos valores praticados por outras marcas. Na representação, é solicitado ainda que os órgãos responsáveis interditem as unidades da empresa localizadas em Cuiabá e Rondonópolis (212 Km da Capital).
Outro pedido é para que a proibição de venda de carnes da marca seja mantida até a regularização das certificações exigidas para a comercialização dos produtos. Conforme o denunciante, os mesmos fatos e os documentos já foram encaminhados ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso. De forma simplificada, a denúncia aponta que o consumidor adquire um belo corte de "picanha" angus, paga mais caro por isso, mas na verdade pode estar comendo picanha de nelore, que custa bem menos, “porque a suposta certificação constante da embalagem da Celeiro Carnes Especiais é falsa”.
Vai além e argumenta que a marca conquistou os consumidores mato-grossenses oferecendo um produto que dizia ser de altíssima qualidade e de origem nobre, notadamente aos cortes de "linhagem europeia" provenientes da raça bovina "angus



FONTE FOLHAMAX
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