Alto custo, atraso na semeadura e falta de chuvas prejudicaram a produção de milho





O cultivo do milho mato-grossense em 2018 teve notoriedade na safra 17/18, que, em decorrência de uma série de intempéries reduziu 9,42% no volume produzido. A perda foi gerada pelo aumento no custo de produção, acompanhada pelo atraso no período da semeadura e redução no volume das chuvas em algumas regiões do Estado.


Com a retração de quase dois dígitos, quando comparada a quantidade recorde vista em 2017, as cotações do grão no mercado interno ficaram mais valorizadas. Situação que foi agravada pela redução da produção que também ocorreu em outros estados do país.

Essa conjuntura aliada ao aumento nas cotações da Bolsa de Chicago e do dólar, fez com que o “preço do milho disponível em Mato Grosso apresentasse uma importante valorização durante 2018, de 21,07%, fechando o ano com uma média de R$ 20,13, por saca”, indica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Comercialização
O boletim do Imea pontua que com preços do milho mais atrativos, a produção da safra 2017/18 já está 91,71% comercializada até novembro de 2018. “As vendas se mantiveram adiantadas em relação aos anos anteriores em boa parte do ano”.

Com isso, apesar de uma safra menor em termos de produção, o ano de 2018 apresentou melhores condições de preços ao mercado do milho.

No entanto, o Imea desta que nesse período o produtor do milho mato-grossense enfrentou diversas barreiras, “com destaque para a greve dos caminhoneiros e tabelamento do frete rodoviário, trazendo impactos diretamente nos custos de produção e preço final do cereal no Estado”.





FONTE AGROLINK

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