Soja trabalha com ligeiros ganhos em Chicago nesta 3ª feira e ainda caminha de lado






O mercado da soja na Bolsa de Chicago trabalha com leves altas nesta manhã de terça-feira (30). Os preços recuperam parte das baixas do pregão anterior e, por volta de 7h30 (horário de Brasília), subiam entre 1,75 e 2,25 pontos. O movimento, porém, ainda é técnico e o caminhar do mercado continua de lado. 
Assim, o vencimento novembro/18, que ainda é o mais negociado na CBOT, era cotado a US$ 8,40 por bushel. No maio/19, que serve como referência para a nova safra do Brasil, eram US$ 8,67. 
Os principais fundamentos da oleaginosa seguem pesando sobre os preços. A colheita nos EUA e o plantio na América do Sul se desenvolvem bem, enquanto a demanda pela soja norte-americana se mantém fraca e chamando a atenção dos traders. Os embarques do país são, no acumulado da temporada, os mais baixos dos últimos 10 anos. 
"Nos Estados Unidos, a demanda pela oleaginosa para exportação continua fraca, sem qualquer perspectiva de reaquecimento sem uma “reconciliação” entre Trump e Xi Jinping", explicam os analistas da AgResource Mercosul (ARC). Os dois líderes deverão se encontrar novamente nas próximas reuniões do G20, mas ainda sem as perspectivas de um acordo. 
Até o último domingo (28), a colheita norte-americana da soja estava concluída em 72% da área, contra uma expectativa do mercado de 68%. O índica ainda fica abaixo do ano passado e da média dos últimos cinco anos, quando o índice era de 81%. Na semana passada, o total era de 53%.  



fonte noticias agricolas


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