Ex-prefeito assume propostas de Bolsonaro e defende medidas "radicais" em MT; Confresa e Vila Rica são visitadas.



Já definido como pré-candidato do PSL ao Governo do Estado, o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato, já está cumprindo agendas de pré-campanha, visitando municípios do interior do Estado. Segundo ele, nesta semana, manteve conversas em Vila Rica, Confresa e Alto Araguaia.

O pré-candidato ao governo afirma que já conversou e conta com o apoio do deputado federal Bolsonaro (PSL), pré-candidato a presidente da República. Rossato garantiu que acompanha as ideias do projeto de reforço das Forças Armadas para o combate à violência. 

Dilceu defende, inclusive, o armamento da população brasileira. “Grande parte do que o Bolsonaro diz é o que eu penso também. Ele está falando em linha dura e é isso que o Brasil precisa. Já foi testada a esquerda no Brasil. O país precisa de um novo modelo de gestão, ou então daqui a pouco estará igual a Venezuela. O brasileiro precisa sim se armar e investir em segurança própria”, disse o ex-prefeito em entrevista à Rádio Capital FM.

Quanto ao projeto de gestão que pretende apresentar durante a campanha, Rossato afirmou que disse que tomará “medidas radicais” no Estado. Segundo ele, o Estado gasta mal o que arrecada e que é preciso “corte na carne”.

“Pretendemos apresentar um novo modelo de gestão estadual. Mato Grosso arrecada quase o que gasta, ou gasta além do que arrecada. Um estado que arrecada R$ 25 bilhões e não consegue pagar as despesas, é evidente que algo está errado. O estado precisa de medidas radicais, mas temos que cortar na própria carne primeiro”, explicou.

Rossato colocou que defende um Governo mais próximo dos municípios, ressaltando que as parcerias implicarão em economia aos cofres públicos. “Queremos fazer uma gestão municipalista. Muitas obras, o município pode fazer com o Estado sendo parceiro do município. Hoje, para se fazer medição, tem que levar fiscais do Estado, pagando diárias, gerando custo. Ao passo, que se o município toca, esses gastos serão reduzidos”, frisou.

Sobre o fato de ter sido derrotado a reeleição a prefeitura de Sorriso em 2016, o ex-prefeito classifica que ocorreu por uma “mudança de sentimento” da população. “Não creio que isso venha prejudicar, pois saímos do Governo com 82% de aprovação. Não perdemos a eleição pelo mau mandato, mas sim pela conjuntura do país, que está querendo experimentar o novo. Veja que Otaviano Pivetta acabou também não vencendo as eleições em Lucas. Sorriso avalia muito positivamente aquilo que nós fizemos”, explicou.





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