Assentados de Vera estão sob pressão de interesses de políticos que estão a serviço dos latifundiários



Recebemos denúncias e vamos apurar que, neste domingo passado dia (14), apareceu no assentamento um funcionário do Incra, acompanhado de um membro de uma associação que mais parece ser dono das terras do que o próprio dono que ainda não se sabe quem é, se o  Incra, os fazendeiros ou os assentados, fato é que o tal ouvidor apareceu acompanha de uma pessoa ligada à uma associação notificando as pessoas para que elas esclareçam o porquê estão plantando Arroz, Milho e Soja em seus lotes.

"Estranho e saber que o funcionário, sequer explicou aos assentados, a mando de quem o mesmo estava ali notificando as pessoas, se a mando da justiça, já que ali existe uma demanda judicial a mais de quatorze anos ou se é um procedimento administrativo do Incra, o que demandaria um ato normativo uma portaria ou ordem de serviço especificando exatamente o que deveria ser feito no assentamento. Mas ao que parece estão a serviço de políticos/empresário que notadamente tem interesses obscuros na situação. Alega alguns dos moradores.

"Mais estranho  ainda é que o Incra tem o cadastramento de todas as pessoas que estão requerendo as terras, mas o funcionário do Incra estava com notificações específicas para determinadas pessoas e até em nome de quem nem mora lá, dispara um morador que não quis se identificar por medo de represálias. 

São muitos os questionamentos dos assentados que, sob pressão do ex-lider desta associação e de uma Assessora parlamentar do deputado Dilmar, que já pagaram para associação trazer o exército e para pagar uma empresa de Georreferenciamento, o GEO foi barrado pela justiça e o Incra e o exército nunca apareceu por lá. 

As perguntas são:

"Como pode isso se o INCRA tem em seus bancos de dados as informações das pessoas requerentes da terra?

A pergunta que fica no ar: qual o interesse do Incra em barrar quem está plantando para tirar da terra os seus sustentos já que o Incra até agora ao que tudo indica não deu condições alguma destas pessoas se manterem lá lutando por um pedaço de chão para sobreviver"?

"O que motivaria o INCRA barrar as atividades nas terras se a mesma é objeto de questionamentos jurídicos"?

"Porque ao invés de barrar as atividades, que estão sendo feitas entre os parceleiros que tiveram a coragem de investir horas de máquinas em destoca, gradeação, calcariamento e adubagem do solo, contando apenas com a sorte de fazer uma boa colheita para que possam dividir as despesas e lucros com cada parceleiro, questionam essa associação, qual a real e constante motivação de tentar atrapalhar o cultivo da terra, já que os únicos beneficiários são os próprios assentado"?

"O que está associação, seu ex líder, e a atual diretoria,  tem a dizer para os assentados sobre a necessidade que eles criaram juntamente com a assessoria legislativa da frente parlamentar de regularização fundiária, vender a necessidade dos assentados contratarem uma empresa para fazer um GEO, dizendo que isso era a chave para a regularização do assentamento? Para onde foi os quase 100 mil arrecadados"?

"O que estes líderes tem à dizer para os assentados sobre a cobrança de cotas para custear uma equipe do exército com o objetivo de periciar um córrego dentro do assentamento, alegando que tal córrego era a grande dúvida no processo jurídico"?

"O que efetivamente esta associação tem feito pelos assentados alem da coleta de recursos em nome da regularização que até agora não veio, e o processo já dura quatorze anos"?

"O que o INCRA tem feito pelos assentados no decorrer destes quatorze anos?  Porque o INCRA aparece agora paralisando as atividades das pessoas e prejudicando quem apenas e tão somente sabe e quer trabalhar"? 

Estranho que o INCRA determine um ouvidor para notificar as pessoas e esteja sendo acompanhado por membro desta associação.

Vale lembrar que, se estão plantando, futuramente quando sair a regularização das terras, o solo estará corrigido, a terra destocada pronta para que o assentado possa sem dificuldade cultivar o que for determinado pelo projeto do assentamento, pode-se plantar pastagens para o fortalecimento da bacia leiteira ou qualquer outra cultura que tenha viabilidade econômica. 

Não estaria esta associação andando na contra mão da melhoria de vida das pessoas?

Foi neste contexto que um grupo de parceleiros criaram uma outra associação com o objetivo de apoiar e dar respaldo à quem quer cultivar a terra e viver dela. Acontece que políticos locais e deputados com interesses obscuros, vem tentado atrapalha a vida de quem quer viver do seu próprio suor sem ter que está batendo continência para pessoas que se dizem representantes do povo quando na verdade só querem sugar e tirar proveito do suor alheio.

Ao tomar conhecimento deste tipo de situação, nossa equipe, na qualidade de cidadão vamos atrás da verdade e divulgar os objetivos do povo que luta pela sobrevivência e um país mais justo.






fonte nortao noticias
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