A Defesa Civil já se prepara para a retirada de famílias que residem em áreas de risco.






Com os números indicando uma possível cheia histórica iminente, a Defesa Civil do Município já coloca em prática o plano de contingência, objetivando antecipar os trabalhos com ações preventivas, com o mapeamento e retirando as famílias que residem nas áreas de risco.
Segundo Marcelo Santos, coordenador da Defesa Civil em Porto Velho, ainda é cedo para afirmar que haverá outra cheia como a que ocorreu em 2014, mas todos os órgãos envolvidos no plano de ação trabalham para evitar o pior. Isto porque o nível do rio Madeira já beira a marca histórica registrada em janeiro de 2014, quando a cota foi de 15,28 metros.
Santos esclarece que as chuvas intensas na cabeceira do rio Beni, na Bolívia, contribuem para o aumento do nível do rio na capital e nas regiões adjacentes do município. Para ele, o estado de alerta, decretado na capital, é uma medida essencial. “Estamos trabalhando com uma previsão de 17,10 metros, mas se o rio atingir a casa dos 15 metros, cota de alerta estipulada pela Defesa Civil, o plano de contingência para a retirada das famílias em tempo hábil será posto em prática antes da chegada das águas. Com esse nível já é possível haver inundação de residências em áreas de risco”, argumenta.
Para que a ajuda possa ser prestada com a máxima eficiência, Marcelo Santos solicita  que as famílias que moram em áreas de risco, ao sinal de qualquer aumento repentino das águas, entrem em contado rapidamente por meio do número 199, para que sejam retiradas com rapidez da área afetada.
Município reconhece situação de anormalidade
O Estado de Alerta é o reconhecimento pelo poder público de situação anormal e tem como objetivo mobilizar todos os órgãos e entidades da administração pública, bem como a comunidade e as entidades responsáveis pelas ações de Defesa Civil, para que estejam organizadas e alertas para atender eventuais ocorrências. A finalidade é prevenir e minimizar danos, além de assistir a população em tempo hábil. “Mesmo que ainda não haja motivo para pânico, é apenas um alerta em relação a subida do nível do rio que, se continuar, tomaremos outras medidas que constam no plano de contingência”, evidencia Marcelo Santos.





fonte diario da amazonia
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