Laudo descarta presença de larva em carne e empresa explica “equívoco” de cliente



Um laudo realizado pela Analítica Ciência e Tecnologia, a pedido da empresa Frigoara, descartou a presença de larvas em sua carne. O teste foi realizado após a denúncia de uma cliente, que postou em uma rede social a foto do produto, alegando que estaria com vermes. O que foi encontrado na peça, segundo a explicação, é um desfibramento do tecido muscular da própria carne que pode se desprender no momento do corte.



“A capa de filé é uma região do gado que fica próxima de um material cartilaginoso. È uma gordura, quando passa a serra para abrir o material, a lateral da serra é como se ela ‘arranhasse’ a carne, o que causa desfibramento de tecido cartilaginoso e gordura. Aquilo são materiais que se soltam”, explica Giovan Santos, assessor de imprensa do grupo. O laudo ainda não foi disponibilizado para imprensa.
 
Para a realização do teste, a empresa pegou o mesmo produto, do mesmo lote: “Levamos para realizar o estudo laboratorial. Feita a análise, como já imaginávamos, não apresentou nenhum material que fosse irregular ou verme como foi dito. Está 100% dentro das normalidades. Aquilo foi um equívoco. Pelas imagens, parece que é algo errado, mas não foi encontrado nada”, garantiu a assessoria.
 
“Se pegar aquilo e passar a mão, ela se desfaz, é gordura. Quando serra o material, embala e congela, o material acaba ficando sólido, porque está congelado. Mas não há irregularidade nenhuma”, finalizou.
 
O caso
 
Uma cliente compartilhou no Facebook uma postagem na qual afirma ter comprado um pedaço de carne bovina embalada a vácuo no supermercado Comper e que ao abrir a embalagem descobriu que o produto estava com vermes.
 
A cliente alega que pagou R$ 22 e o fato aconteceu no ultimo domingo (23), no mercado da rede Comper localizado na Avenida Alzira Santana, no bairro Agua Limpa, em Várzea Grande.
 
A revolta foi exposta no grupo “Aonde não ir em Cuiabá” e gerou cerca de mil likes e cerca de 200 comentários. A funcionária do supermercado Lídia Liandro comentou na postagem que por ser um produto industrializado e com inspeção e liberação pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), a reclamação iria repassada ao fornecedor para maiores esclarecimentos. Ela ainda explica que a equipe realizou o ressarcimento do valor pago pela cliente.




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