Rondônia produz 20 mil quilos de guaraná



Assentados na região da linha 110 na divisa dos municípios de Alto Paraíso e Candeias do Jamari, distante de Porto Velho 120 quilômetros, 500 famílias de agricultores familiares produziram na safra 2015/2016, mais de 20 mil quilos de guaraná, conforme relata David Sampaio dos Santos, 75 anos, produzindo há três décadas numa área de 15 alqueires, aguardando do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), neste tempo todo o título definitivo do pedaço de terra que ocupa.
David Sampaio dos Santos recebe assistência e orientação dos técnicos da Emater, cultiva numa área de 8 alqueires, mil pés de laranja, que vende em Porto Velho e Manaus, mil pés de guaraná que comercializa com a indústria beneficiadora em Maués, no Amazonas, que revende para a Antarctica, três mil pés de café, 5 mil pés de cacau e 400 de pimenta do reino. Faturando em torno de R$ 50 mil por ano, ao lado da mulher, Maria Sampaio Mota, ele ainda cria pequenos animais para o sustento da casa.
Como a maioria dos assentados ali, considerados pelas autoridades como invasores, eles recebem somente assistência técnica da Emater para obter pequenos financiamentos junto ao Banco da Amazônia, através do gerente local da instituição, Fábio Dutra de Matos. David Sampaio dos Santos é um exemplo de que o agricultor familiar pode produzir bem e viver feliz ocupando uma área de terra relativamente pequena.
Ele se queixa que há mais de 8 meses técnicos da Ceplac levaram material para análise de solo na Bahia, para melhorar a produção de cacau, porém, até a última quinta-feira não haviam apresentado os resultados. A Embrapa retirou de sua propriedade há dois meses amostra de solo e também ainda não apresentou resultados.





FONTE DIÁRIO DA AMAZÔNIA 
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