Com 33 ocorrências, MT já tem casos de ferrugem em todas as regiões



Mato Grosso registrou mais duas ocorrências de ferrugem asiática em plantações de soja nesta segunda (30), sendo uma no município de Lucas do Rio Verde e outra em Primavera do Leste. Segundo a Fundação Casa Verde, uma das entidades que atuam no combate ao fungo, os casos estão espalhados por todas as regiões do Estado. Um alerta máximo já havia sido emitido pelo consórcio, no início do mês, após a constatação que a doença apareceu mais de um antes no Estado do que o registrado no ano passado. Somente na semana passada foram registrados oito casos de aparecimento da doença. Os focos estavam espalhados por Nova Mutum, Campo Verde, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Itiquira. O registro foi realizado pelo Consórcio Antiferrugem. Até hoje (31), Mato Grosso já registrou 33 casos de ferrugem asiática nessa safra 2016/2017. Segundo o Consórcio, o Estado é o terceiro mais afetado pelo fungo até agora, ficando atrás somente do Paraná (70 casos) e Rio Grande do Sul (36). As ocorrências em Mato Grosso foram registradas em Campo Verde (8), Primavera do Leste (5), Campo Novo do Parecis (3), Nova Mutum (2), Sorriso (2), Lucas do Rio Verde (2), Itiquira (2), União do Sul, Vera, Chapada dos Guimarães, Poxoréo, Juscimeira, Tangará da Serra, Diamantino, Sapezal e Santo Antônio do Leste. Generalizada De acordo com Luana Belufi, fitopatologista da Fundação Casa Verde, o excesso de chuvas no Estado tem favorecido o aparecimento da ferrugem asiática e a incidência está generalizada. “A situação que nós temos é que [a doença] está espalhada em todo o Estado. Em municípios como Sapezal, Campo Verde e Primavera [do Leste], por exemplo, podem até ter havido perdas, já que os sintomas apareceram mais cedo”, argumentou. A pesquisadora afirmou que na ocorrência em Lucas do Rio Verde, registrada ontem no sistema do Consórcio, foi verificado que a doença estava em estágio inicial e que, por isso, a planta apresentava somente alguns sintomas da doença, como uma coloração mais escura. “Nós sempre alertamos sobre a importância da aplicação preventiva, principalmente para a soja que será colhida um pouco mais tarde. Mas felizmente, diferentemente de alguns anos atrás, o produtor está bem mais atento aos riscos”, avaliou. RDNEWS Autor: Carlos Palmeira
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