China e Oriente Médio aparecem como principais consumidores de carne bovina de Mato Grosso



A China e o Oriente Médio despontam como principais clientes da carne bovina mato-grossense em 2017. Juntos são responsáveis por cerca de 70,9% das 25,37 mil TEC (toneladas equivalente carcaça), ou seja, 17,99 mil TEC. Em termos de receita, as exportações de carne bovina somaram US$ 81,08 milhões. Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), apesar do saldo positivo nos embarques de carne vermelha, tanto em volume quanto em receita, não deve tranquilizar a indústria frigorífica.
Em janeiro, Mato Grosso embarcou 25,37 mil TEC. O volume supera em 10,27% a média mensal de 23,01 mil TEC de 2016. Somente para o Oriente Médio foram 10,57 mil TEC e para a China 7,42 mil TEC, 16,55% e 37,64% acima da média nacional do ano passado. Os números são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O levantamento mostra que a União Europeia apresentou recuo de 5,45% e a Rússia de 16,02%. Já a Venezuela não efetuou compras.

Dos US$ 81,08 milhões gerados pelas exportações de carne bovina US$ 30,84 milhões são provenientes do Oriente Médio e US$ 23 milhões da China.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), apesar do crescimento nas exportações, volume e receita, o resultado não deverá tranquilizar a indústria frigorífica mato-grossense. O Instituto explica que "o mercado interno é o que impera na bovinocultura de corte, e com sua demanda desaquecida, as exportações não conseguem suprir as necessidades das empresas, funcionando apenas como uma “válvula de escape”.



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