CPI alerta sobre a crise da JBS



A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Frigoríficos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que tem como presidente o deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, alerta pecuaristas e investidores sobre o atraso na reestruturação da JBS. Conforme matéria veiculada no jornal Estadão (SP), a JBS terá dificuldade principalmente em refinanciar toda a dívida, que no segundo trimestre estava em R$49,2 bilhões. Leia matéria na íntegra: Um possível atraso na reestruturação societária da JBS e a percepção de obstáculos no refinanciamento da dívida da empresa são as principais preocupações do mercado em relação à JBS, após a operação Greenfield, que investiga “gestão temerária e fraudulenta” nos fundos de pensão estatais brasileiros. Apesar de não envolver a processadora de carnes diretamente, a investigação tem como alvo a Eldorado Celulose, empresa controlada pela mesma holding, a J&F. Após a ação da companhia cair mais de 10% no pregão de segunda-feira e 1,7% nesta terça-feira, 6, bancos rebaixaram a recomendação da JBS e alertaram sobre os possíveis riscos que a envolvem. Conforme apurou o Broadcast, sistema de informação em tempo real do Grupo Estado, as investigações levantam temores sobre alterações no cronograma da reestruturação societária e a consequente abertura de capital da JBS Foods International na Bolsa de Nova York (Nyse). Esta mudança foi anunciada em maio, logo após a saída de Henrique Meirelles da presidência do conselho consultivo da J&F, para assumir o Ministério da Fazenda, no mesmo mês, e foi responsável por sustentar ganhos dos papéis. Um possível atraso na reestruturação societária da JBS e a percepção de obstáculos no refinanciamento da dívida da empresa são as principais preocupações do mercado em relação à JBS, após a operação Greenfield, que investiga “gestão temerária e fraudulenta” nos fundos de pensão estatais brasileiros. Apesar de não envolver a processadora de carnes diretamente, a investigação tem como alvo a Eldorado Celulose, empresa controlada pela mesma holding, a J&F. Após a ação da companhia cair mais de 10% no pregão de segunda-feira e 1,7% nesta terça-feira, 6, bancos rebaixaram a recomendação da JBS e alertaram sobre os possíveis riscos que a envolvem. Conforme apurou o Broadcast, sistema de informação em tempo real do Grupo Estado, as investigações levantam temores sobre alterações no cronograma da reestruturação societária e a consequente abertura de capital da JBS Foods International na Bolsa de Nova York (Nyse). Esta mudança foi anunciada em maio, logo após a saída de Henrique Meirelles da presidência do conselho consultivo da J&F, para assumir o Ministério da Fazenda, no mesmo mês, e foi responsável por sustentar ganhos dos papéis. Atraso na reestruturação. Relatório do Bradesco BBI, assinado pelo analista Gabriel Lima, afirma que há a possibilidade de atraso do processo de reorganização da empresa. A expectativa é de que o novo desenho fosse concluído até o quarto trimestre deste ano, com objetivo de melhorar a governança corporativa. “Admitimos que esta é uma bandeira vermelha para muitos investidores, mas achamos que o risco/recompensa é favorável”. O analista cita que a reorganização permitirá uma redução dos custos financeiros e estima que a taxa de desconto aplicada aos fluxos de caixa JBS poderia cair significativamente. Também em relatório, o Itaú BBA afirma que o desenrolar do caso pode alterar o cronograma da mudança societária. “Acreditamos que a reestruturação é um importante gatilho para a performance das ações”, diz. A listagem da JBS Foods International foi o que sustentou os ganhos das ações recentemente, de acordo com o BTG Pactual. “Tememos, portanto, que este processo de listagem poderá sofrer atrasos se uma revisão geral de gerenciamento se revele necessária”, diz relatório. Além da reestruturação, analistas citam a questão do endividamento da empresa. O Bradesco BBI afirma, em relatório, que a ação da Polícia Federal implica em uma percepção de aumento de risco do refinanciamento da dívida da companhia detida por bancos comerciais – R$ 18 bilhões de dívida de curto prazo a ser reconduzida para os próximos 12 meses. A JBS encerrou o segundo trimestre com uma dívida líquida de R$ 49,2 bilhões. A alavancagem ficou em 4,1 vezes ao final de junho, acima dos 3,84 vezes no primeiro trimestre. A porcentagem da dívida de curto prazo em relação à dívida total ficou em 32% no período, dos quais 82% são linhas lastreadas às exportações das unidades brasileiras. Ao final do período, 91,4% da dívida era denominada em dólares. Fonte Folha Max
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