Com 39% da área colhida, estimativa sobe para uma safra de 28,5 milhões de toneladas



Com a melhora do clima em janeiro, ajudando no desenvolvimento da soja o Instituto Mato-grossense de Economia e Agropecuária (Imea) volta a estimar que a safra 2015/16 de Mato Grosso voltará a ser a maior da história: 28,5 milhões de toneladas, 419 mil toneladas maior que o ciclo passado. Na semana passada já havia sido colhida 39% da atual safra e a nova estimativa manteve a área em 9,2 milhões de hectares, apontando uma melhoria na qualidade das lavouras em todas as regiões do estado, ante última estimativa. Espera-se, neste momento, uma produtividade final de 51,6 sc/ha. A produtividade apesar de vir com 0,3 sc/ha menor que a safra 14/15 deve apresentar produção 419 mil toneladas a mais em 2016. Segundo o Imea, percebe-se na nova estimativa uma grande heterogeneidade de produtividade entre as regiões como nunca foi visto. Além disso, o que chamou a atenção na nova estimativa é que, as perdas registradas nas lavouras até o fim de 2015, estão quantificadas na nova estimativa, ou seja, mesmo com expectativa de produção recorde, este volume poderia ser ainda maior em 2016. No relatório semanal, divulgado ontem, mostra que o preço da soja em Mato Grosso apresentou valorização semanal de 1,54%, devido ao aumento da moeda norte-americana, dos preços internacionais e do prêmio, fechando a semana em R$ 62,86/saca. Os preços da soja na Bolsa de Chicago reverteram as quedas ocorridas nos principais contratos na semana anterior. Assim o contrato de março/2016 encerrou com média de US$ 8,79/bushel. A paridade de exportação apresentou alta de 4,21%, justificada pelo aumento na CBOT e, principalmente, pela elevação do dólar, que voltou a registrar média acima de R$ 4,04 na semana passada. A valorização semanal do dólar foi de 1,91%, causada pelas incertezas políticas do país e o corte da nota brasileira pela agência Standard & Poor’s. A safra 2015/16 de soja inicia com grandes variações com relação à qualidade das lavouras nas diferentes regiões do estado, segundo o relatório do Imea. A falta de chuva durante a semeadura e a melhoria nas condições climáticas a partir de janeiro trouxeram reflexos diferenciados em cada região do Estado. Na nova estimativa do Imea, todas as regiões apresentaram melhorias de produtividade, com destaque para as regiões oeste e norte, que tiveram um incremento de 1,8 sacas por hectare ate o levantamento da semana anterior. As melhores produtividades são esperadas nas regiões oeste, sudeste e centro-sul, em que, espera-se na safra atual as melhores produtividades já registradas nestas regiões. Por outro lado, as regiões nordeste e médio-norte, que foram ‘castigadas’ pela falta de chuva até o fim do ano, possui expectativa de menor produtividade por região em MT. Com 39% da safra já colhida, a nova estimativa de safra já possui grande parte das produtividades já consolidadas. Fonte Diario de Cuiaba
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