Cadastro feito para Assentamentos de Famílias junto a Fazenda Rio Preto, não possui validade.



 Segundo informações, pessoas da cidade de Porto Alegre do Norte e Confresa estariam se cadastrando para que fossem assentadas junto a fazenda Rio Preto, também conhecida como Fazenda do Romão, que supostamente se encontrava passando por processo de obtenção pelo INCRA. De acordo com informações dadas pelo senhor José Ferreira de Souza ( José Tucano), funcionário da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, os cadastros que estavam sendo feitos não se destinavam a Fazenda Rio Preto, mais sim para finalidade de assentamento junto a Fazenda Portal da Amazônia e Fazenda Angola. Porém diversas pessoas informaram que fizeram cadastro na semana passada, sendo informadas que seriam destinadas a Fazenda Rio Preto. Ocorre que a referida Fazenda não foi vendida ao INCRA, e segundo informações prestadas pelo advogado da Fazenda Dr. Marcos Fullinm a Audiência Pública marcada pelo INCRA para o dia 10 de Dezembro de 2015, havia sido suspensa a pedido de Dediane Gonçalves Ribeiro Flor, e de seu advogado Djauma Resende, que se manifestaram contrários a venda de parte da Fazenda Rio Preto ao INCRA, para o assentamento das pessoas que foram retiradas da Reserva Indígena MARAIWATSEDE. Dediane é filha de Sebastião Ribeiro Flor, irmão de Romão Ribeiro Flor e uma das herdeiras do espólio deixada por ele, e se opõe ao procedimento de obtenção de parte da Fazenda Rio Preto pelo INCRA, conforme manifestação protocolada pela mesma junto ao INCRA em 03/12/2015, que suspendeu a audiência pública que ocorreria em Canabrava do Norte. O advogado do proprietário Romão Ribeiro Flor e do Espólio de Sebastião Ribeiro Flor, junto ao INCRA, Dr. Marcos Fullin, informou que a área que era objeto de oferta junto ao INCRA, trata-se de Grande Propriedade Produtiva, conforme Laudo Agronômico de avaliação e de produtividade expedido pelo INCRA, e que somente poderá ser objeto de aquisição pelo INCRA, se houver intenção de alienação por parte dos proprietários, não podendo a mesma ser objeto de desapropriação na forma de legislação vigente. Marcos Fullin disse ainda que, devido a ocorrência de fatos que inviabilizam a continuidade do processo de obtenção junto ao INCRA, foi protocolada junto aquela Autarquia manifestação por Romão Ribeiro Flor e pelo Espólio, sobre não mais haver interesse no prosseguimento do processo de aquisição de parte da Fazenda Rio Preto ao INCRA, com pedido de seu arquivamento, que impede deste modo, que tal área possa destinada ao assentamento de pessoas, tornando sem efeito e irregular qualquer cadastro que por ventura tenha sido feito para destinação de famílias a referida área. Fonte Agencia da Noticia
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