PIB mato-grossense teve a maior alta



Entre os anos de 2010 e 2013, Mato Grosso foi o Estado que mais cresceu no Brasil, com alta de 21,9% no Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país no período. Apesar do crescimento, o Estado participa com apenas 1,7% da economia nacional. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). O Rio de Janeiro teve o pior resultado (5,7%), sendo que todos os estados da região Sudeste ficaram abaixo da média nacional. Já em 2013, num ano em que o PIB brasileiro cresceu 3,0%, 13 estados tiveram desempenhos acima da média nacional. A maior elevação ocorreu no Rio Grande do Sul (8,2%), cujo resultado foi influenciado pelo bom desempenho da agricultura, especialmente das culturas de soja, arroz e milho. O pior resultado ficou com o Espírito Santo (0,1%). Em 2013, o PIB do Paraná (R$ 332,84 bilhões) ultrapassou o do Rio Grande do Sul (R$ 331,10 bilhões) pela primeira vez na série histórica iniciada em 1995, tornando-se a quarta economia nacional, ficando o Rio Grande do Sul com a quinta posição. No mesmo ano, o maior PIB foi o de São Paulo (R$ 1,71 trilhão), seguido por Rio de Janeiro (R$ 626,32 bilhões) e Minas Gerais (R$ 486,96 bilhões). Os menores valores ficaram com três estados da região Norte: Roraima (R$ 9,03 bilhões), Acre (R$ 11,44 bilhões) e Amapá (R$ 12,76 bilhões). Os cinco maiores estados, São Paulo (32,1%), Rio de Janeiro (11,8%), Minas Gerais (9,2%), Paraná (6,3%) e Rio Grande do Sul (6,2%), concentravam 65,6% do PIB nacional em 2013, quase dois terços da economia do país. Em relação a 2010, em função da acentuada queda de participação de São Paulo (-1,2 ponto percentual), estes estados sofreram uma redução conjunta média de 0,3 ponto percentual (p.p.) de participação. Os outros 22 estados participaram com 34,4% no PIB brasileiro em 2013, aumento de 0,3 p.p. em relação a 2010. O estado que mais ganhou participação em relação a 2010 foi o Paraná (0,5 p.p.), seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pará e Mato Grosso, todos com 0,2 p.p. Também ganharam 0,1 p.p. de participação em relação a 2010, Goiás, Pernambuco, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Além de São Paulo (-1,2 p.p.), que perde participação a cada ano desde 2010, acompanhando a perda de participação da indústria de transformação, (de 15,0% em 2010 para 12,3% em 2013). Distrito Federal (-0,4 p.p.) e Bahia (-0,2 p.p.) perderam representatividade no PIB nacional. Os cinco menores PIBs brasileiros são de estados da região Norte: Roraima (em 27º), Acre (26º), Amapá (25º), Tocantins (24º) e Rondônia (23º), representando, em conjunto, 1,7% do PIB brasileiro. A região Sul aumentou sua participação na economia em 0,5 p.p. entre 2010 e 2013, o maior avanço entre as grandes regiões, apoiada no avanço do Paraná (0,5 p.p.). Em seguida, vieram Norte (0,2 p.p.), Nordeste (0,1 p.p.), Sudeste (-0,9 p.p.) e Centro-Oeste (0,0 p.p.), que não ganhou participação em função do resultado do Distrito Federal (-0,4 p.p.), compensado pelos avanços em Mato Grosso do Sul (0,1 p.p.), Mato Grosso (0,2 p.p.) e Goiás 0,1 p.p.). Sudeste (7,4%) cresce menos que a média nacional (9,1%) entre 2010 e 2013 Entre 2010 e 2013, apenas a região Sudeste (7,4%) teve crescimento em volume abaixo da média nacional (9,1%), o que ocorreu com todos os estados da região. O melhor desempenho coube a São Paulo, que cresceu 8,3% no período. Em sentido oposto, a região Norte (13,6%) teve crescimento acima da média em todos os estados. Nordeste (10,3%), Sul (10,1 %) e Centro-Oeste (13,6%) também cresceram acima do PIB brasileiro. Após Mato Grosso, os que mais cresceram foram Amapá (18,3%%) e Amazonas (17,3%). (Com informações do IBGE) Diário de Cuiabá
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